Dr. André Borba — Oculoplastic Center
Região · Infraorbital

Estudo sobreOlheiras.
diagnóstico
preciso

Cada olheira conta uma história diferente — genética, estrutural ou pigmentária. O tratamento ideal começa com uma abordagem personalizada com o Dr. André Borba.

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Consulta presencial ou telemedicina
Close-up da região infraorbital — estudo das olheiras
Região Infraorbital
A condição clínica

O que são as olheiras?

As olheiras não representam uma única condição. Elas correspondem a um conjunto complexo de alterações anatômicas, estruturais, pigmentares e funcionais que afetam a região infraorbital.

Por isso, tratar olheiras sem diagnóstico preciso é um dos erros mais comuns da medicina estética moderna. Cada paciente exige avaliação individualizada que considere volume, pigmentação, qualidade de pele e estrutura facial.

Cada paciente apresenta anatomia facial única, padrões diferentes de envelhecimento e componentes vasculares e pigmentares distintos — o tratamento correto depende da compreensão profunda dessas diferenças.

Por que surgem

Os fatores que compõem as olheiras

Perda de volume, pigmentação, transparência da pele, flacidez e sombra estrutural são os principais mecanismos. A reabsorção óssea e a atrofia das gorduras profundas geram sulcos e o clássico aspecto de olhar cansado.

A pele infraorbital é extremamente fina, o que permite a visualização da vascularização subjacente e produz coloração azulada ou violácea — independentemente da profundidade da região.

A região infraorbital é uma das áreas mais complexas da face — diversos fatores podem coexistir simultaneamente, criando diferentes tipos de olheiras.

Por que as olheiras surgem

Os fatores que compõem as olheiras

A maioria dos pacientes apresenta uma combinação de fatores. Reconhecer cada componente — volumétrico, pigmentar, vascular ou estrutural — é o que permite indicar o tratamento certo para cada caso.

Perda de volume

Reabsorção óssea e atrofia das gorduras geram sulcos e sombra infraorbital (tear trough)

Pigmentação

Excesso de melanina ou hemossiderina cria tom acastanhado, arroxeado ou escurecimento persistente

Transparência da pele

Pele fina deixa a vascularização visível, gerando aspecto azulado e olhar cansado

Flacidez e sombra

Perda de elasticidade e projeção da gordura palpebral acentuam dobras e sombras estruturais

Tratar olheiras sem diagnóstico preciso é o erro mais comum da medicina estética.

Padrões clínicos mais frequentes

Como identificar o tipo de olheira

A maioria dos pacientes apresenta uma combinação de fatores. Por isso, a avaliação da região infraorbital deve ser multidimensional — considerando volume, pigmentação, estrutura óssea e relação entre pálpebra e região malar.

Sulco profundo (tear trough)

Depressão marcada entre pálpebra inferior e bochecha, com sombra constante e perda estrutural

Escurecimento difuso

Pigmentação homogênea — pode ser genética, inflamatória, vascular ou pós-inflamatória

Aspecto de olho fundo

Retração volumétrica da região malar projeta sombras intensas ao redor dos olhos

Bolsas associadas

Herniação das gorduras orbitais intensifica sombras e envelhece a expressão facial

Resultados clínicos

Indicadores observados na prática clínica

A região dos olhos é a primeira área observada em interações sociais — tratá-la com precisão impacta diretamente autoestima, expressão e percepção de vitalidade.

89%

Satisfação geral

Pacientes relatam melhora significativa da autoestima e do impacto emocional após o tratamento adequado.

76%

Olheiras mistas

A maioria dos casos apresenta combinação de fatores — volumétricos, pigmentares e vasculares simultaneamente.

94%

Resultado natural

Resultados percebidos como naturais por familiares e amigos próximos, sem aparência artificial.

Tratamentos das olheiras

Abordagem terapêutica integrada

Não existe um único tratamento ideal. Os melhores resultados surgem da combinação estratégica de diferentes modalidades — preenchimento, bioestimuladores, laser, peelings especializados e, quando indicada, cirurgia.

O tratamento correto respeita a anatomia e atua em diferentes camadas: profunda, intermediária e superficial.

Preenchimento com ácido hialurônico

Reposição volumétrica precisa do sulco infraorbital — restaura suporte e suaviza sombras

Bioestimuladores de colágeno

Sculptra e Radiesse promovem estímulo de colágeno e rejuvenescimento progressivo

Laser e tecnologias de pele

Laser fracionado, radiofrequência e ultrassom microfocado para textura, pigmentação e flacidez

Blefaroplastia inferior

Indicada em bolsas e flacidez — abordagem conservadora, preferencialmente transconjuntival

Recuperação e evolução

Evolução progressiva, resultado natural

Procedimentos injetáveis permitem retorno imediato com edema leve por 3–7 dias. Lasers e tecnologias têm recuperação entre 3–10 dias. Procedimentos cirúrgicos exigem recuperação média de 7–14 dias.

01

Primeiros dias

Edema esperado e possíveis hematomas, com cuidados locais orientados

02

Primeiras semanas

Redução do inchaço e melhora perceptível dos contornos perioculares

03

Primeiro mês

Integração dos tecidos e harmonização progressiva da região infraorbital

04

3–6 meses

Resultado final consolidado, com olhar mais leve e descansado

Resultados esperados

O objetivo não é transformar — é harmonizar

O tratamento ideal rejuvenesce, equilibra e descansa o olhar — preservando a identidade facial. Cada plano é personalizado para revelar a melhor versão da face que o paciente já possui.

Suavização do sulco infraorbital e redução da profundidade
Melhora da coloração — pigmentação melânica, vascular ou mista
Rejuvenescimento do olhar com aspecto mais leve e descansado
Resultado natural, sem aparência artificial ou exagerada

“Revelar a melhor versão da face que o paciente já possui.” — Dr. André Borba

Quando tratar

A indicação é sempre individualizada

O tratamento não depende de idade — depende de incômodo real, impacto emocional e alteração anatômica. Procurar avaliação faz sentido quando o desconforto estético persiste mesmo com skincare e descanso adequados.

Incômodo estético persistente
Aparência de cansaço constante
Impacto na autoestima

O diagnóstico especializado é o que separa tratamentos comuns de resultados sofisticados.

Dr. André Borba
Quem realiza

Dr. André Borba

Uma nova perspectiva sobre a saúde ocular e sua relação com a estética na oculoplástica — unindo técnica cirúrgica, medicina regenerativa e visão internacional.

+20.000
cirurgias realizadas
32 anos
de medicina · 29 em oculoplástica
USP + UCLA
Doutor USP · Fellowship UCLA
Presidente
ESOPRS 2026

Pioneiro na integração entre medicina, estética e cirurgia oculoplástica, o Dr. André Borba é um médico brasileiro reconhecido internacionalmente por sua atuação na região periocular. Seus tratamentos unem funcionalidade, rejuvenescimento e naturalidade, abordando tanto questões estéticas quanto condições que impactam diretamente a saúde ocular e a qualidade de vida dos pacientes.

Mais informações: @drandreborba · www.andreborba.com

Não é apenas execução. É visão.

Avaliação especializada

O diagnóstico vai muito além da observação visual

A avaliação realizada pelo Dr. André Borba é uma análise integrada da face — anatomia, estrutura óssea, qualidade da pele, vetores de envelhecimento e a relação entre pálpebra inferior e região malar.

Olheiras nunca devem ser tratadas isoladamente — exigem visão global da face.

  • 1Análise tridimensional da face e vetores de envelhecimento
  • 2Avaliação do volume infraorbital — gordura, suporte ósseo e estrutura
  • 3Qualidade da pele: espessura, elasticidade, pigmentação e fotoenvelhecimento
  • 4Histórico clínico, procedimentos prévios e expectativas pessoais
Dúvidas frequentes

Perguntas que escutamos com frequência

O primeiro passo

Cada olheira conta
uma história diferente.

O tratamento ideal começa com um diagnóstico preciso e uma abordagem personalizada. Avaliação especializada com Dr. André Borba — presencial em São Paulo ou por telemedicina, no Brasil e internacionalmente.

Avaliações no Google

A confiança de quem já passou pelo cuidado do Dr. André Borba

Leia depoimentos reais de pacientes e descubra por que tantas pessoas escolhem o Dr. André Borba como referência em oculoplástica.

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